Curiosidade
Cada história desperta perguntas antes de produzir respostas. Busco compreender não apenas o que aconteceu, mas os sentidos construídos a partir dessas experiências, sempre com abertura para descobrir aquilo que ainda não conhecemos.

Sou psicóloga (CRP 04/73973), formada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde concluí minha graduação em 2019 e colei grau em fevereiro de 2020. Sou de Uberlândia, MG, e atuo na clínica desde 2021, atendendo adultos e adolescentes a partir dos 16 anos.
Meu interesse pela Psicologia começou muito antes da graduação. Desde criança, sempre fui curiosa sobre as pessoas e suas histórias. Naquela época, essa curiosidade aparecia de um jeito simples: eu gostava de imaginar como os adultos tinham sido quando crianças, do que gostavam, como haviam escolhido suas profissões, conhecido seus companheiros e construído a vida que tinham. Hoje, consigo reconhecer que esse interesse em compreender os caminhos que formam cada pessoa já estava presente ali — e foi uma das coisas que me aproximaram da Psicologia.
Hoje, essa curiosidade continua muito presente na forma como trabalho.
Acredito que cada pessoa carrega uma história única e que compreender alguém exige mais do que encontrar explicações rápidas. Por isso, procuro conhecer os sentidos que cada paciente atribui às próprias experiências, às relações que construiu e às escolhas que fez ao longo da vida.
Na terapia, não fico apenas no lugar de quem escuta. Pergunto, compartilho percepções, proponho reflexões e construo compreensões junto com o paciente. Meu olhar clínico está presente durante todo o processo, mas sem ocupar o lugar de quem sabe mais sobre a vida do outro do que ele próprio.
Tenho formação teórica em Gestalt-terapia, realizo supervisão clínica e sigo investindo continuamente em estudos e cursos. Atualmente, curso pós-graduação em Psicologia Perinatal, aprofundando meu conhecimento sobre os diferentes aspectos emocionais envolvidos nas experiências de mulheres e famílias ao longo desse período da vida.
Cada história desperta perguntas antes de produzir respostas. Busco compreender não apenas o que aconteceu, mas os sentidos construídos a partir dessas experiências, sempre com abertura para descobrir aquilo que ainda não conhecemos.
Para mim, terapia é encontro e troca. Escuto atentamente, mas também pergunto, compartilho minhas percepções e proponho reflexões. Acredito em uma relação terapêutica presente e participativa, na qual podemos pensar juntos sobre aquilo que surge no processo.
Não existem histórias iguais — e, por isso, não acredito em explicações ou caminhos prontos. Cada pessoa é atravessada por experiências, relações, desejos, escolhas e possibilidades próprias, que precisam ser compreendidas dentro de sua realidade.
O paciente conhece a própria vida; eu contribuo com meu olhar clínico. A compreensão que construímos na terapia nasce desse encontro. Minhas percepções não são verdades sobre o outro, mas possibilidades que podem ser exploradas, questionadas e ganhar novos sentidos juntos.
Cuidar de alguém também exige cuidar da minha formação. Estudo, faço supervisão e busco continuamente aprofundar meus conhecimentos para oferecer uma prática clínica ética, responsável e cada vez mais qualificada.